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Cuide do seu cérebro escolhendo alimentos potenciais

* Carina Tafas

Gordura monoinsaturada: azeite de oliva extra virgem

Os anos estão passando e a memória parece diminuir? Não se preocupe, nem sempre o problema está relacionado a alguma doença degenerativa. Uma causa comum do esquecimento é a falta de hormônios sexuais os quais vamos produzindo menos com a idade. Estes hormonios, além de atuarem na capacidade de reter informações, regulam o desejo sexual e o humor. Quando os receptores não são ocupados pelo estrogênio, a memória é afetada, a mulher fica mais sensível, irritada, ansiosa, mal humorada e a libido diminui. Mas podemos recuperar nossas lembranças por incrível que pareça. Nosso cerébro é altamente dependente de gordura, e é esta a responsável pela saúde cerebral. Mas calma, não é qualquer gordura saturada que encontramos em bares, restaurantes, supermercados. Frituras, sorvetes, chocolates, gorduras animais, não são e acredito que nunca serão mocinhos quando o assunto é saúde. Precisamos escolher as gorduras certas, ou seja, aquelas que deixarão nosso cérebro fluido, onde as sinapses acontecem de forma adequada e as informações conseguem ser armazenadas. Essas gorduras são chamadas de insaturadas, encontradas em:

  • Óleos vegetais extra virgens: como o azeite de oliva, canola, girassol, etc;
  • Sementes oleaginosas: castanha do Brasil, nozes, amêndoas, castanha de caju, avelãs, etc;
  • Frutas gordurosas como o abacate, óleo de coco, linhaça;
  • Peixes gordos: salmão, arenque, cavala, atum e sardinha;

Uma boa ingestão DIÁRIA destes alimentos protegem o cérebro além de outras funções importantes no metabolismo.

  • Outros nutrientes importantes são a colina e betaína, encontradas em ovos e espinafre respectivamente;
  • Uma dica é não ficar muito tempo em jejum, pois estudos apontam que restrição alimentar de mais de 3 horas começa a haver perda de neurônios.

*Nutricionista Funcional

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abril 13, 2011 at 12:01 pm Deixe um comentário

Sobre a Nutricionista

Carina Tafas é nutricionista formada pela Universidade Unisinos, pós graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Paschoal, especialista em Personal diet, graduanda em Gastronomia pelo IESB e autora do Blog Palavras Nutritivas.

 

http://www.carinatafas.com.br

nutricionista@carinatafas.com.br

61. 91895944

fevereiro 18, 2011 at 7:13 pm Deixe um comentário

Soluções para a ressaca – Jornal da Comunidade DF

Caderno Comunidade Vip – Viva Melhor (01.01.2011)

Festas de final de ano geralmente são marcadas pelo excesso de bebidas alcoólicas, podendo causar sintomas indesejáveis no dia seguinte. Veja como amenizar esses efeitos

O exagero ou a mistura de diferentes bebidas alcoólicas resultam em forte ressaca no dia posterior. Os sintomas começam no momento em que a concentração de álcool no sangue passa a declinar e, quando acaba, o mal-estar atinge o seu pico. A maior causa da ressaca é a desidratação provocada pelo álcool, um potente diurético que estimula a perda de líquidos, e impede o organismo de liberar um hormônio que retém água. Dores de cabeça, azia, náuseas e vômitos são os sintomas mais comuns.
Um órgão bastante atingido é o estômago, que reage às altas dosagens, e a pessoa é acometida por dores e enjoos. No intestino, a absorção de água e sódio diminui, o que também contribui para a desidratação. Ainda nesse órgão, o consumo crônico de bebidas alcoólicas pode interferir no trabalho das enzimas responsáveis por decompor carboidratos, proteínas e gorduras. O resultado é uma menor absorção de vitaminas, minerais e outras substâncias essenciais.

Alimentação balanceada

Carina Tafas exibe alguns chás que ajudam a eliminar as toxinas do corpo

Uma das melhores fórmulas para evitar a ressaca é não misturar diferentes bebidas e fazer uma boa refeição antes da festa. No dia do evento, é preciso preparar o fígado. Afinal, trata-se do órgão responsável pela desintoxicação. “Antes de beber, é preciso fazer refeições leves, sem frituras ou excesso de gorduras. Consuma boa quantidade de frutas e verduras, pois são ricas em antioxidantes e deixam o corpo fortalecido para os excessos. Alguns alimentos e, principalmente, uma boa hidratação antes, durante e após a festa, são de grande importância para amenizar e até mesmo evitar os efeitos da ressaca”, esclarece a nutricionista Carina Tafas.

Beba somente com o estômago cheio, pois, assim, o álcool é processado mais lentamente e não causa embriaguez com tanta facilidade. Alimentos como peixe e azeite de oliva extravirgem possuem gordura poli-insaturada, que ajuda a proteger o fígado e é indicada por especialistas para consumo antes da bebida alcoólica.

Durante a festa, intercale uma dose de bebida alcoólica com água mineral ou suco. “Alguns estudos mostram que produtos que possuem em sua composição principalmente água e álcool, tais como vodca e gim, produzem menos ressaca”, relata a nutricionista. A água de coco, rica em potássio, é considerada um isotônico natural que compensa as perdas de sais minerais causadas pelo suor, diarreia e vômitos, três sintomas comuns da ressaca. “Algumas ervas ajudam a minimizar o desconforto hepático, acelerando o processo de desintoxicação do álcool. Chás de dente-de-leão, salsaparrilha, erva-picão, macela e erva-cidreira são excelentes desintoxicantes”, recomenda.

Após o evento, consuma alimentos leves, como frutas, verduras e legumes, que ajudam a repor as vitaminas e minerais perdidos. Os carboidratos, como pães, massas sem gordura e, em alguns casos, até o consumo moderado de doces, resgatam a energia perdida. “As gorduras devem ser deixadas de lado nesses dias, pois podem sobrecarregar o fígado. Evite carne vermelha, queijos amarelos, molhos e frituras em geral”, sugere a nutricionista. Elimine, ainda, os alimentos industrializados, embutidos e enlatados, como salsichas, presunto, biscoitos, entre outros.

De uma maneira geral, a ingestão de bastante líquido é fundamental neste momento, pois ajuda a eliminar o álcool do organismo. Sucos verdes com folhas de couve, salsinha, hortelã e sálvia, por exemplo, são indicados. Frutas vermelhas, gengibre, brócolis, couve-flor, alimentos integrais e proteínas de origem vegetal também ajudam, e muito, a curar a ressaca. “O álcool pode afetar a concentração da glicose no sangue e no cérebro, podendo provocar dores de cabeça. Para isso, o consumo de alimentos repositores são fundamentais”, frisa Carina Tafas. A especialista completa que é importante evitar a cafeína, pois aumenta ainda mais a desidratação.

Tratamento em spa
Alguns centros de estética oferecem procedimentos diferenciados para melhorar os sintomas da ressaca. O Nuwa Spa, por exemplo, dispõe de um programa completo, indicado para desintoxicar e revigorar o organismo. O tratamento é constituído de esfoliação facial e corporal, máscara facial e corporal de fango marinho, banho de imersão com cristais e algas marinhas, drenagem linfática e, no final, uma sessão de chás Detox.

Na esfoliação são retiradas as células mortas superficiais, favorecendo a renovação celular e melhorando o aspecto e a textura da pele. “A máscara com fango marinho elimina as toxinas acumuladas no corpo e fornece os minerais essenciais para uma boa saúde da pele. O banho com cristais – sal grosso e sal do Himalaia – e algas é eficaz para desintoxicação e tonificação. As algas contêm uma elevada quantidade de vitaminas e minerais que aprimoram as funções biológicas do organismo”, explica Larissa Chaves, fisioterapeuta do Nuwa Spa. A drenagem linfática, por sua vez, reduz a retenção hídrica e ajuda na eliminação das impurezas e toxinas acumuladas. Os chás Detox dão um toque final de purificação e relaxamento.

Já para as olheiras, causadas muitas vezes pelas noites mal dormidas, há opções de cremes que ajudam a devolver a vitalidade do rosto e diminuem a aparência de cansaço. “Uma dica é o Défatigant Éclair Contour des Yeux, da Clarins, um microgel descongestionante que elimina olheiras, bolsas palpebrais e olhos inchados, além de hidratar e proteger a pele da região”, recomenda a fisioterapeuta.



janeiro 2, 2011 at 12:28 pm Deixe um comentário

Abaixo a celulite

Importantes medidas devem ser combinadas por quem deseja se livrar das celulites. O sumiço ou pelo menos a diminuição deste mal, requer estratégias de mudanças na alimentação, por meio da desintoxicação e da promoção do equilíbrio da flora intestinal.

*Carina Tafas

Quando o intestino está desequilibrado, desvitalizado por dentro, muito do que comemos não é aproveitado pelo organismo. Desta forma, não há boa nutrição, mesmo que bons alimentos sejam incluídos no cardápio. Além disso, há um aumento no crescimento de bactérias e fungos na flora intestinal que liberam substâncias capazes de aumentar a retenção de gorduras, por conseqüência, a formação de celulite. Estudos recentes associaram a celulite à alergia alimentar e mau funcionamento do intestino. Ambos os processos dificultam a eliminação de substâncias nocivas, gerando a formação de radicais livres, deixando o metabolismo mais lento, e gerando pequenas intoxicações diárias.

As toxinas sobrecarregam o fígado diariamente, e este órgão não recebe apenas as toxinas produzidas na flora intestinal. Ele recebe também uma série de outras substâncias nocivas, provenientes do uso de medicamentos, do consumo de alimentos com corantes, conservantes e agrotóxicos, da exposição à poluição, etc. “Entupido” de toxinas, o órgão não consegue expulsá-las e acaba sobrecarregando o sistema circulatório e linfático. Resultado: celulites. Por isso, em grande medida, o tratamento do problema envolve o equilíbrio da flora intestinal e o fornecimento de nutrientes para o fígado aperfeiçoar a eliminação de toxinas.

A carência de nutrientes, sobretudo de antioxidantes, deixa as nossas células muito mais suscetíveis à ação dos radicais livres, que disparam uma grande cascata de inflamação e degeneração celular , causando o declínio na produção de colágeno, aumento do acúmulo de gordura e diminuição do tônus muscular.

Inclua alimentos anti-inflamatórios e destoxificantes, a fim de melhorar a circulação e a entrega de oxigênio e nutrientes às células.

  • Gorduras saudáveis, provenientes das sementes de linhaça (óleo ou farinha), azeite extra virgem de oliva, óleo de macadâmia e óleo de semente de uva. São ricas em ômega 3;
  • Frutas vermelhas, como cereja, amora, uva preta, açaí, framboesa e morango. São alimentos ricos em protoantocianidina, que ajuda a fortalecer os vasos sangüíneos e linfáticos;
  • Leguminosas como feijões (vermelho, preto, carioca), lentilhas e grão de bico, carboidratos de baixo índice glicêmico;
  • Temperos naturais como canela, açafrão, cravo, gengibre, noz moscada, louro, pimenta chilli, pimenta vermelha, orégano, salsa, alecrim, hortelã, tomilho, alho, limão;
  • Nutrientes: selênio (peixe, castanha do Pará, brócolis), potássio (abacate, banana, vegetais), ferro (leguminosas, vegetais verdes escuros), zinco (cereais integrais, castanhas, leguminosas), iodo (peixes e frutos do mar), vitamina B12 (ovos, peixe), vitamina E (nozes, castanhas, óleos vegetais) e magnésio (brócolis, feijão e couve);
  • Hidratação: é fundamental consumir muitos líquidos, especialmente água. Mas não consuma refrigerantes, sucos em caixinha ou lata, mate, mesmo as versões dietéticas, pois todos são produtos industrializados cheios de aditivos químicos, que sobrecarregam nosso organismo gerando mais inflamação (são reconhecidos como moléculas estranhas);
  • Inclua: chá verde, chá de cavalinha;
  • Evite: café, sal e álcool, carne vermelha, carboidratos refinados, doces.

É fundamental um equilíbrio do ecossistema interno, já que somos um reflexo daquilo que comemos e processamos dentro de nossas células. Se há carências nutricionais ou excessos no consumo de alimentos de má qualidade, os reflexos aparecem no corpo como um todo e especialmente na pele.

*Nutricionista pós graduada em Nutrição Clínica Funcional e especialista em Personal diet

 

outubro 26, 2010 at 6:34 pm Deixe um comentário

OVO: vilão ou mocinho? `

O ovo foi abolido da alimentação de grande parte da população, devido a fama, por ser um alimento de origem animal, rico em gordura, colesterol e calorias.  Hoje, a história é bem diferente, estudos atuais indicam que o consumo de ovo não está relacionado ao risco de doenças cardiovasculares como era dito antigamente.

Além disso, o ovo é uma grande fonte de proteína, vitaminas e minerais, ou seja, é MUITO NUTRITIVO. É rico em vitaminas (B2, E, B6, A, ácido fólico, colina, K, D e B12, e minerais (zinco, cálcio, selênio, fósforo e ferro.

Ele ajuda na formação adequada do DNA, diminui risco de câncer, anemia, osteoporose, risco cardiovascular, diabetes, reduz queda de cabelo, participa da detoxificação hepática, da formação adequada de neurotransmissores, como a serotonina (relacionada com a sensação de prazer e bem estar), importante no crescimento e visão, hipotensora, geração de energia, reduz  a fadiga, estimula o sistema imunológico, melhora o apetite, crescimento e preservação de massa muscular, e formação de hormônios sexuais.

Outro estudo verificou que os ovos são importantes fontes dos fitoquímicos luteína e zeaxantina, que contribuem para a saúde dos olhos. Ainda, a colina presente em grande quantidade na gema do ovo, está associada com a boa memória e melhor desempenho cognitivo. No entanto, é de se considerar a forma de preparo e a qualidade dos ovos que compramos. O ideal que sejam ovos caipiras e quanto ao preparo, devemos evitar as frituras.

Portanto, ao excluir de vez o ovo da sua alimentação, pense em todos os benefícios que ele pode trazer para sua saúde e coma sem culpa. ). Devido ao seu perfil nutricional, o ovo deve fazer parte da alimentação da maioria dos indivíduos, com exceção daqueles que apresentam alguma intolerância específica ou alergia individual.

agosto 24, 2010 at 10:47 pm 1 comentário

Quer melhorar sua imunidade? Coma mais alimentos fontes de zinco

  Este mineral faz parte de mais de 300 enzimas, sendo essencial para que inúmeras reações químicas ocorram no nosso organismo. Sua maior importância está para o bom funcionamento imunológico, assim como para o crescimento de fetos e crianças.

 A deficiência de zinco pode ser detectada pela análise de sinais e sintomas, pois a dosagem no sangue não é um método confiável para se avaliar o status nutricional do mineral, já que o organismo faz de tudo para manter seus níveis sanguíneos.

 O zinco está presente em maior quantidade nas carnes vermelhas magras, cereais integrais e feijões.

 Fique atento, pois alguns sinais podem representar sua deficiência como: queda de cabelo, perda de apetite e paladar, retardo de crescimento em crianças, atraso no desenvolvimento sexual e ósseo, entre outros.

 Cuidados na alimentação também são importantes para melhor absorção e biodisponibilidade do mineral.

 Carina Tafas

Nutricionista Funcional e Personal Diet

dezembro 9, 2009 at 1:36 pm Deixe um comentário

Enxaqueca: essa dor não sai de sua cabeça?

Se você sofre do grave tipo de dor de cabeça, conhecido como enxaqueca, preocupe-se especialmente com sua alimentação.

*Carina Tafas

 

Os estudos mostram que uma pessoa a cada cinco sofre dela. Além de dor de cabeça forte, a crise de enxaqueca pode vir acompanhada de uma série de outros sintomas, como náuseas, vômitos, tonturas, visão embaçada, formigamentos pelo corpo, etc.

Sabe-se que vários fatores podem desencadear as enxaquecas, entre elas: mudanças de temperatura, intensidade da luz, odores, ciclos menstruais, alergias alimentares, etc, no entanto, a alimentação é o único fator que se pode controlar. Certas mudanças alimentares podem beneficiar o paciente no tratamento das enxaquecas, pois existem alimentos que estão por trás da causa deste desconforto.

Acredita-se que todas as suas dores de cabeça, tanto as chamadas sinusites quanto às associadas à tensão e ao estresse ou as temidas enxaquecas, podem ser provocadas por compostos presentes no alimentos consumidos no dia-a-dia. Segundo David W. Buchholz, diretor da Clínica Neurológica do Johns Hopkins Hospital, evitar estes alimentos culpados talvez seja essencial para a prevenção da dor de cabeça. 

  Segundo os estudiosos, um único fator isolado raramente provoca a dor de cabeça. Geralmente é quando esta associado a outro fator que ela aparece. Por exemplo, se você bebe uma taça de vinho tinto, pode não desencadear a dor, porém se estiver associada a um dia estressante, a dor pode aparecer. A quantidade de comida também é importante. Um pedaço de chocolate pode não provocar dor de cabeça, mas uma caixa inteira sim.

Alguns alimentos são desencadeantes de crises de enxaqueca para alguns portadores da doença. São eles:

  • bebidas alcoólicas
  • alimentos contendo aspartame
  • glutamato monossódico (que serve para enriquecer o sabor, sendo muito usado na cozinha chinesa)
  • frutas cítricas 
  • chocolates,
  • queijo curado
  • iogurte
  • bacon
  • carnes processadas defumadas e curadas (embutidos, salsichas, bacon, salame, mortadela). Estes contêm nitritos que têm ação direta no cérebro de indivíduos geneticamente propensos. 
  • cafeína (café, chá, chá gelado, coca-cola, etc)
  • enlatados 

Tão importante quanto evitar o alimento errado, é não deixar de se alimentar. Ficar muito tempo sem comer leva a uma baixa do açúcar no sangue (hipoglicemia). 

Dicas da Nutricionista:

  • Coma 3 refeições bem balanceadas todos os dias. Nunca deixe a fome chegar. 
  • Evite “pular” refeições. 
  • Faça no mínimo 6 refeições diárias.
  • Consuma gengibre, na forma de chá ou nas preparações, pois ajudam a controlar respostas inflamatórias , agindo de forma bastante semelhante a aspirina, bloqueando a síntese de prostaglandina e levando à redução da inflamação e da dor.
  • O óleo de peixe também é interessante pela presença de ômega 3 que também atua como anti-inflamatório cerebral. 
  • Tenha uma alimentação balanceada, rica em nutrientes.

CONSULTA BIBLIOGRÁFICA: Alimentos – O melhor remédio para a boa saúde, de Jean Carper

* Nutricionista Funcional e Personal Diet

junho 24, 2009 at 4:04 pm Deixe um comentário

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Alimentação Saudável

É natural que hoje em dia, com a dinâmica acelerada de vida, as pessoas necessitem de auxílio na hora de gerenciar sua alimentação.

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